São Paulo recebe a Chapecoense para voltar a vencer no Brasileirão

Em mais uma tentativa de voltar a vencer no Campeonato Brasileiro, o São Paulo enfrenta a Chapecoense na noite desta segunda-feira, às 20 horas (de Brasília), no Morumbi, em duelo válido pela 11ª rodada da competição nacional.

Vindo de um empate por 1 a 1 com o Palmeiras, o time tricolor tenta acabar com um jejum de oito jogos sem vitórias, sendo seis pelo Brasileirão. O último triunfo foi o 1 a 0 sobre o Fortaleza, no dia 12 de maio, pela quarta rodada. Desde então, a equipe obteve uma derrota e cinco empates pelo torneio de pontos corridos.

Raniel é o favorito a herdar a vaga de Pablo no ataque tricolor (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

A série negativa fez o São Paulo cair do terceiro para o 12º lugar na tabela de classificação, com 15 pontos, 11 a menos que os líderes Palmeiras e Santos. Uma vitória sobre a Chapecoense, porém, leva o time de Cuca para a quinta posição ao final da rodada.

“Queremos brigar pela parte de cima da tabela, e acredito que o clássico nos mostrou que isso é possível. O time foi dedicado, teve uma boa postura e não quer ficar só no discurso: nosso objetivo é vencer, e buscaremos isso contra a Chapecoense”, disse o zagueiro Bruno Alves.

Cuca deve promover apenas uma mudança em relação à equipe que empatou por 1 a 1 com o Palmeiras, pela rodada anterior. O atacante Pablo, em recuperação de uma lesão ligamentar no tornozelo direito, não enfrentará a Chape e será substituído por Raniel, que fará sua estreia como titular.

Em compensação, Everton reforçará o grupo de relacionados para o confronto desta segunda-feira. O atacante, recuperado de uma lesão no músculo adutor da coxa direita, participou de treinos com o grupo na semana passada e pode ser opção durante a partida.

Com time na zona da degola, Ney Franco está sob pressão na Chape (Foto: ACF/Divulgação)

Do outro lado, a Chapecoense tentará surpreender o time da casa para deixar a zona de rebaixamento. O Verdão do Oeste, 18º colocado com oito pontos, não vence há quatro rodadas na competição, vindo de um empate e três derrotas, sendo a última delas para o Atlético-MG, em casa.

A partida marcará mais um reencontro entre Ney Franco e o São Paulo. Ele, aliás, é o último técnico a ser campeão pelo clube do Morumbi, que tem a Copa Sul-Americana de 2012 como sua conquista mais recente.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X CHAPECOENSE

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 22 de julho de 2019, segunda-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Daniel Henrique Andrade (DF) e José Reinaldo Nascimento Júnior (DF)
VAR: Grazianni Maciel Rocha

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Hudson, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Luan, Tchê Tchê e Hernanes; Antony, Raniel e Alexandre Pato
Técnico: Cuca

CHAPECOENSE: Tiepo; Eduardo, Gum, Douglas e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Gustavo Campanharo e Camilo; Alan Ruschel, Everaldo e Arthur Gomes
Técnico:
Ney Franco

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São Paulo encerra sua preparação para partida contra a Chapecoense

O São Paulo fez seu último treino neste domingo antes da partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro contra a Chapecoense, que acontecerá na segunda-feira, às 20h, no Morumbi. A atividade realizada no Centro de Treinamento da Barra Funda foi fechada para a imprensa.

Em um primeiro momento, os jogadores fizeram um trabalho com os preparadores físicos Pedro Campos, Wellington Valquer e Henrique Martins. Os atletas foram divididos em três grupos, fazendo um aquecimento intercalando movimentação com e sem a bola. Na sequência, Cuca organizou um trabalho técnico por cerca de uma hora.

Para o duelo contra a Chapecoense, Cuca terá Everton e Tiago Volpi à disposição. O meia-atacante, que se lesionou na oitava rodada do Brasileirão, participou do coletivo contra o time sub-19 na última quinta-feira e deve ser relacionado. O mesmo vale para o goleiro, que está recuperado de dores musculares e será titular nesta segunda-feira.

Quem não enfrenta a equipe catarinense é o centroavante Pablo. Com uma lesão ligamentar no tornozelo direito, ele ficará de fora dos gramados por cerca de três semanas. Raniel, que entrou no lugar do camisa 9 no clássico contra o Palmeiras, deve ser titular pela primeira vez.

Assim, Cuca deve escalar o Tricolor com: Tiago Volpi; Hudson, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Luan, Tchê Tchê e Hernanes; Antony, Raniel e Alexandre Pato

Ocupando a 12ª posição no Campeonato Brasileiro, com 15 pontos, o São Paulo está  sem vencer há oito jogos, e espera quebrar esse incômodo jejum contra a Chapecoense, novamente diante de sua torcida. Já são cinco partidas jogando em casa sem um resultado positivo.

 

 

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Último técnico campeão pelo São Paulo, Ney Franco vive pressão na Chape

Último técnico campeão pelo São Paulo, Ney Franco está pressionado na Chapecoense. E o duelo com o ex-clube, marcado para a próxima segunda-feira, às 20 horas (de Brasília), no Morumbi, pode definir o futuro do treinador no time catarinense, que ocupa a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Na última rodada, a Chapecoense perdeu para o Atlético-MG por 2 a 1, na Arena Condá, e caiu para a 18ª colocação do torneio nacional. Após a partida, o presidente Plinio David de Nes Filho declarou apoio a Ney Franco e disse que o momento é de “serenidade”.

Ney Franco foi campeão pelo São Paulo, mas deixou o clube sem deixar saudade (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

No entanto, uma derrota no Morumbi, aliada a uma combinação negativa de resultados, pode tornar a situação do Verdão do Oeste ainda mais difícil e mudar os planos da diretoria. Portanto, para seguir no cargo, Ney Franco precisará atingir um feito inédito.

O treinador jamais venceu o ex-clube após ser demitido em julho de 2013, após derrota para o Corinthians na primeira final da Recopa Sul-Americana. Desde então, foram cinco derrotas em um total de cinco confrontos, sendo dois pelo Vitória, dois pelo Coritiba e um pelo Flamengo (veja lista abaixo).

05/10/2013: São Paulo 3 x 2 Vitória (Morumbi)
18/05/2014: São Paulo 2 x 0 Flamengo (Maracanã)
09/11/2014: São Paulo 2 x 1 Vitória (Barradão)
12/07/2015: São Paulo 3 x 1 Coritiba (Morumbi)
25/10/2015: São Paulo 2 x 1 Coritiba (Couto Pereira)

Pela Chape, Ney Franco tem aproveitamento de apenas 40% (Foto: ACF/Divulgação)

Polêmicas
Durante sua passagem de um ano pelo clube do Morumbi (de 5 de julho de 2012 a 5 de julho de 2013), Ney Franco acumulou episódios polêmicos e desavenças. A principal delas foi justamente com o ex-goleiro Rogério Ceni, com quem se desentendeu após contrariar o então capitão durante uma partida com a LDU de Loja pela Sul-Americana.

Na ocasião, Ceni gesticulou pedindo a entrada de Cícero. O treinador ignorou e colocou Willian José. Na entrevista coletiva após o empate por 0 a 0 no Morumbi, Ney Franco mandou um recado: “Eu sou o treinador, quem decide sou eu”. Mais tarde, o ambiente também ficou prejudicado após o técnico afastar sete jogadores, medida que não foi bem aceita pelo elenco na época.

Título
Apesar de tudo, Ney Franco conquistou o título da Copa Sul-Americana de 2012 em sua turbulenta passagem pelo Morumbi. Ele, por sinal, é o último técnico a conseguir ser campeão pelo Tricolor. Após sua saída, 11 treinadores já passaram pelo clube, contando com Cuca, atual treinador, mas nenhum deles levantou um troféu.

Retrospecto
Sob o comando de Ney Franco, o São Paulo disputou um total de 79 partidas, contabilizando 41 vitórias, 16 empates e 22 derrotas – aproveitamento de 58,6%. Pela Chapecoense, os números são ainda piores: seis vitórias, quatro empates e oito derrotas – aproveitamento de 40%.

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Leco explica resistência interna aos esportes olímpicos no São Paulo

Leco não vê a resistência interna aos esportes olímpicos como significativa (Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

O São Paulo voltou a investir em esportes olímpicos no começo deste ano ao criar equipes no futebol feminino e no basquete masculino. A ação mais recente do clube em relação ao âmbito aconteceu na última sexta-feira, quando apresentou uma parceria com o Barueri para a disputa nacional do vôlei. Para isso, porém, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, precisou vencer uma resistência interna.

A pressão contrária a entrada da agremiação nos esportes olímpicos foi revelada por Carlos Belmonte, diretor geral do clube social, durante a coletiva para detalhar o acordo com o Barueri para a modalidade feminina.

“A gente é um clube essencialmente de futebol. A nossa história é o futebol. Eu preciso enaltecer o presidente porque precisa ter muita coragem, e ele teve, ao bancar o basquete na Liga Ouro e agora o vôlei feminino e o futebol feminino. Isso não é fácil para um clube de futebol, as resistências são muitas”, desabafou o dirigente.

“Eu sou só um braço do presidente, mas a coragem que ele teve é muito difícil de a gente ver em um clube de futebol, o que ele enfrentou para implantar essas modalidades aqui… A gente tem muito orgulho do que está sendo feito, mas nada teria acontecido sem a imensa vontade do presidente de enfrentar as dificuldades e implantar essas modalidades”, completou.

O São Paulo vem de duas parcerias que não deram certo no vôlei. Em meados dos anos 2000, o clube firmou um acordo com a Ulbra, do Rio Grande do Sul, para a disputa de competições masculinas, mas a iniciativa não durou por muito tempo, assim como a mais recente, com o Vôlei Taubaté, em 2015. Diante desse cenário, Leco entende a postura interna.

“A resistência não é significativa. As pessoas estão preocupadas com a questão de assumir compromissos que não deram certo em outros momentos, que acabaram trazendo para o clube responsabilidades”, disse o mandatário à Gazeta Esportiva, antes de depositar a confiança em José Roberto Guimarães, treinador e idealizador do projeto da equipe de Barueri.

“Agora, a gente está tranquilo porque desenvolveu, com o José Roberto e a equipe dele, um plano de trabalho boníssimo. E confiando que ele não é uma figura que entra em qualquer coisa por entrar. Ele é muito grande nisso, tem uma estatura, uma qualidade e é nisso que nós estamos confiando”, finalizou.

*Especial para a Gazeta Esportiva

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São Paulo garante acesso à Série A do Campeonato Brasileiro Feminino

São-paulinas viraram duelo contra o Taubaté e avançaram na competição (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

Na tarde deste sábado (20), o São Paulo venceu o Taubaté por 3 a 0 no Pacaembu e se classificou às semifinais do Campeonato Brasileiro Feminino A2. Além disso, com o triunfo, o Tricolor Paulista também garantiu o acesso à elite da competição no próximo ano.

Depois de perder por 1 a 0 em Taubaté, o São Paulo precisava vencer por pelo menos por um gol de diferença para levar a decisão para os pênaltis. E a equipe comandada pelo técnico Lucas Piccinato foi para o ataque desde o início, abrindo o marcador logo aos 19 minutos, em penalidade máxima cobrada por Bruna.

Nos acréscimos da etapa inicial, Ary ampliou a vantagem e garantiu o placar mínimo para a classificação direta ainda nos primeiros 45 minutos. Superior, o Tricolor ainda fez mais um com Valéria, sacramentando a vitória, a classificação e o acesso.

Agora, o São Paulo espera a definição do confronto entre Palmeiras e Chapecoense, que disputam a partida de volta neste domingo (21). No primeiro jogo, em Chapecó, os paulistas derrotaram os catarinenses pelo placar de 2 a 0. As datas e horários das semifinais ainda não foram definidas.

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Everton e Volpi treinam normalmente e podem enfrentar a Chapecoense

O São Paulo realizou neste sábado a penúltima atividade antes da partida contra a Chapecoense, que acontecerá na segunda-feira, às 20h, no Morumbi. A atividade foi fechada para a imprensa e contou com a presença do meia-atacante Everton, que treinou normalmente com o restante dos companheiros e será relacionado para o jogo.

Everton lesionou-se no confronto com o Avaí, na oitava rodada o Campeonato Brasileiro. O jogador sentiu a coxa direita e teve de ser substituído ainda no primeiro tempo. Desde então, realizou trabalhos no Reffis e passou pelos cuidados dos fisioterapeutas do clube. Na última quinta-feira, o meia-atacante já tinha participado da parte final do jogo-treino contra a equipe sub-19 do São Paulo. Na ocasião, entrou e deu uma assistência para Raniel marcar.

Para tratar de lesão, Everton teve que abrir mão de suas férias (Foto: Rubens Chiri/São Paulo)

“Tive que abrir mão das férias, trabalhamos em dois períodos todos os dias e graças a Deus estou bem, sorrindo novamente, pronto pra ajudar o time a buscar essa importante vitória. O time está encorpando e precisa confirmar uma nova fase com a vitória. Estou pronto pra ajudar”, afirmou Everton ao site oficial do clube.

Tiago Volpi também treinou normalmente neste sábado, já recupero das dores musculares que o afastaram das atividades realizadas na última quarta-feira. Dessa forma, o goleiro será titular contra a Chapecoense, na segunda-feira.

O principal foco do treinamento comandado por Cuca foi a bola parada. Os jogadores trabalharam uma série de repetições de cobranças de escanteios, faltas laterais e frontais. O elenco também calibrou a pontaria com pênaltis.

Antes do duelo contra a Chapecoense, o São Paulo ainda realiza mais um treinamento neste domingo. Para a partida de segunda-feira, o principal desfalque é Pablo, que ficará de fora dos gramados por cerca de três semanas, por conta de uma lesão ligamentar no tornozelo direito. Raniel, que entrou no lugar do camisa 9 no clássico contra o Palmeiras, disputa posição com Toró.

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Leco, Zé Roberto e Morumbi: Saiba como o São Paulo voltou ao mundo do vôlei

José Roberto Guimarães e Leco estiveram na apresentação da equipe (Foto: Rubens Chiri/SPFC)

O São Paulo apresentou na última sexta-feira a parceria com o Barueri para disputar as principais competições do vôlei feminino no Brasil. A ideia, no entanto, surgiu há alguns meses, quando José Roberto Guimarães, treinador da Seleção Brasileira feminina e são-paulino, foi ao Morumbi para assistir uma partida de seu clube do coração a convite de Raí, diretor-executivo de futebol do Tricolor.

Amante dos esportes olímpicos e especialmente do vôlei feminino, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, chamou o consagrado técnico para sua tribuna a fim de uma conversa.

“Eu fui lá cumprimentá-lo e ele disse: ‘Você sabia que eu adoro vôlei?!’ Ele começou a falar de vôlei, e mostrou saber de tudo. Na minha cabeça, ele não sabia nada, estava sendo só simpático. Mas não, ele elogiou várias jogadoras, falou que sempre adorou a modalidade e que gostaria de montar um time aqui no São Paulo”, revelou Zé Roberto.

“Nasceu da minha paixão pelo esporte, de quanto eu gosto de voleibol, nasceu do meu cultivo pelo esporte olímpico e de um encontro casual com o Zé Roberto em um jogo de futebol aqui no Morumbi, onde eu perguntei para ele se haveria a possibilidade de nós desenvolvermos algum projeto. E ele me disse: ‘Vamos conversar no momento que eu acreditar que há a possibilidade’”, reforçou Leco.

A primeira conversa aconteceu antes da Liga das Nações, que iniciou em maio. Após o contato inicial, o treinador esperou um momento mais oportuno e telefonou para o presidente para colocar o plano em prática.

“Quando a gente teve a oportunidade, eu liguei para ele: ‘Está de pé aquele convite?’. Ele respondeu: ‘Vamos conversar’. Eu vim e ele falou: ‘Eu quero esse projeto, me interessa a base, adoro esportes olímpicos. Já tenho o basquete e quero agregar o vôlei’. Assim que fizemos”, declarou Zé Roberto.

“Logo no começo da temporada nós combinamos sobre isso e aí desenvolvemos com o presidente do Barueri (Arnaldo Murasaki) e com a Carol, filha do Zé Roberto, todos os detalhes para que se chegasse a um bom termo”, completou Leco.

Desse modo, o São Paulo volta ao mundo do vôlei depois de duas parcerias que não tiveram sucesso. Em meados dos anos 2000, o clube firmou acordo com a Ulbra, do Rio Grande do Sul, para a disputa de competições masculinas, mas a iniciativa não durou por muito tempo, assim como a mais recente, com o Vôlei Taubaté, em 2015. Agora, o Tricolor se junta a Flamengo e Fluminense na ala feminina da modalidade.

*Especial para a Gazeta Esportiva

 

 

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Contra a Chape, São Paulo tenta quebrar sequência de péssimo mandante

O São Paulo recebe a Chapecoense no Morumbi, na próxima segunda-feira, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 20h (de Brasília), tentando dar fim à uma sequência bastante incômoda no Campeonato Brasileiro. Ainda lutando para se estabilizar na temporada sob o comando do técnico Cuca, o Tricolor não vence jogando diante de sua torcida há cinco jogos, quatro deles pela competição por pontos corridos.

O jejum é ainda maior quando se considera todos os compromissos do São Paulo, independentemente de onde a equipe atua. Já são oito duelos em que o Tricolor sai de campo sem uma vitória, algo que vem deixando a torcida cada vez mais ressabiada.

O último triunfo do São Paulo como mandante aconteceu na estreia da equipe no Campeonato Brasileiro, no dia 27 de abril. Na ocasião, o Tricolor comandado por Cuca superou o Botafogo por 2 a 0 no Morumbi, graças aos gols de Hudson e Everton.

Desde então, os jogadores são-paulinos engataram uma sequência nada animadora. Após o duelo com o Botafogo o Tricolor atuou como mandante em outras cinco oportunidades, mas em nenhuma delas voltou a triunfar. O Tricolor empatou em 1 a 1 com o time reserva do Flamengo, em 0 a 0 com o Bahia, perdeu por 1 a 0 do Bahia, desta vez pela Copa do Brasil, empatou em 1 a 1 com o Cruzeiro, no Pacaembu, e novamente ficou na igualdade por 1 a 1 com o Palmeiras, no último sábado.

Os resultados ruins atuando com o apoio da torcida faz com que o São Paulo seja o quinto pior mandante do Campeonato Brasileiro, à frente apenas de Fluminense, Chapecoense, CSA e Avaí. Em contrapartida, o Tricolor é o quarto melhor visitante da competição por pontos corridos, com duas vitórias, dois empates e uma derrota, atrás de Palmeiras, Santos e Atlético-MG.

Antes da pausa para a disputa da Copa América, em meio à seca de vitórias, o técnico Cuca justificava o mau desempenho por conta da falta de um centroavante. Pablo se recuperava de cirurgia na coluna e não havia qualquer outro jogador de origem para exercer a função de “camisa 9”. Agora, o São Paulo tem Raniel como opção e é ele quem deve ser acionado na próxima segunda-feira, quando o Tricolor terá mais uma oportunidade de, enfim, voltar a vencer diante de seus torcedores.

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