Eduardo Sasha destaca importância do gol de Marinho

O Santos venceu o Botafogo por 1 a 0, no Nilton Santos, neste domingo, com um belo gol de Marinho. A vitória colocou o time de Sampaoli empatado com o Palmeiras, na liderança do Campeonato Brasileiro, com 26 pontos. Já na zona mista, Eduardo Sasha destacou a importância do primeiro tento marcado pelo companheiro com a camisa do Peixe, que chamou de “mini míssil aleatório”.

“O Marinho é uma lenda. Solta cada uma que ninguém espera. Estou muito feliz por ele ter conseguido marcar o primeiro gol, importante, que nos deu a vitória. Eu tenho certeza que ele vai nos ajudar muito e tomara que venha mais mísseis pela frente”, revelou.

Na coletiva, Jorge Sampaoli criticou o estado do gramado do Nilton Santos. Eduardo Sasha fez coro ao comandante e também falou mal da qualidade do campo, mas mostrou que o time conseguiu se adaptar ao jogo.

“O gramado tinha bastante falha, isso acaba deixando a bola mais viva, dificultando as vezes um próprio domínio, ou um passe. Mas a gente tentou se adaptar o mais rápido possível no jogo, e conseguiu também se adaptar ao gramado”, enfatizou.

Eduardo Sacha destacou a importância de jogar as próximas duas partidas em casa (Foto: Ivan Storti/Santos)

Na sequência do Campeonato Brasileiro, o Santos terá dois jogos seguidos em casa. No próximo domingo, recebe o Avaí. Uma semana depois, o adversário será o Goiás. Na visão do atacante, o apoio da torcida será muito importante.

“Agora é aproveitar a semana, porque a gente tem dois jogos em casa. Chamar a torcida para lotar a Vila Belmiro, que com certeza a gente vai fazer uma festa bonita e buscar mais seis pontos nesses jogos em casa”, destacou.

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Após jogo “exigente”, Sampaoli prega cautela com liderança do Santos

Jorge Sampaoli se mostrou satisfeito com a apresentação de seus comandados na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, conquistada neste domingo, no Nílton Santos. Porém, foi cauteloso quando diz respeito a liderança, dividida com o Palmeiras. Em entrevista coletiva concedida ainda em solo carioca, o treinador valorizou os três pontos conquistados em um jogo “exigente”, no qual os dois times terminaram com 10 jogadores.

“Temos que pensar que cada jogo é assim, muito complicado. Hoje foi um jogo que exigiu bastante de todos os jogadores. O campo não estava ajudando. Temos que saber que nossa realidade será marcada em novembro, no fim do campeonato. Nós temos que pensar em chegar bem nas últimas rodadas. Esse tem que ser o nosso foco”, disse Sampaoli.

Depois de um primeiro tempo em que o Peixe encontrou dificuldades para prevalecer no último terço do campo, Sampaoli promoveu mudanças para a segunda etapa, entre elas a entrada de Marinho na vaga de Uribe, que começou como referência no comando de ataque. E foi justamente o substituto que marcou o gol do triunfo, com um chute de fora da área.

O técnico do Santos explicou a mudança tática com a entrada de Marinho e valorizou o estilo do jogador diante das circunstâncias da partida, com um jogador a menos de cada lado. “Marinho teve muito a ver com o resultado por suas participações ofensivas. Tivemos a inferioridade numérica e modificamos a forma de jogar, mas o que buscamos com Marinho foi a presença de ataque e, por sorte, marcamos o gol”, finalizou.

Com os três pontos conquistados diante do Botafogo no Estádio Nílton Santos, o Peixe chegou aos 26 pontos e igualou a pontuação do Palmeiras, que segue à frente pelo número maior de gols marcados. Os comandados de Sampaoli, agora, voltam a campo no próximo domingo, na Vila Belmiro, para medir forças com o Avaí.

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Marinho comemora primeiro gol e exalta espírito do Santos

Autor do gol que deu a vitória ao Santos contra o Botafogo neste domingo, e ao mesmo tempo, colocou o Peixe ao lado do Palmeiras na liderança do Campeonato Brasileiro com 26 pontos, Marinho foi só elogios a atuação do time comandado por Sampaoli. Na saída de campo, o atacante valorizou o espírito dos companheiros para superar os donos da casa no Rio de Janeiro.

“O espírito da equipe tem que ser valorizado. A gente tem que jogar da mesma forma, como o Sampaoli pede, tanto dentro quanto fora de casa. Uma equipe que quer chegar ao título tem que jogar para frente, de forma ofensiva. A gente sabia que seria um jogo difícil contra o Botafogo aqui, mas a equipe se comportou muito bem, por isso conseguimos a vitória”, disse Marinho em entrevista ao canal Premiere.

Marinho foi o autor do gol da vitória do Santos (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

“No primeiro tempo faltou ser um pouco mais incisivo nas jogadas. A gente demorou muito para sair para frente. No segundo tempo acertamos e fui feliz em poder fazer o gol e dar a vitória ao Santos”, completou o atacante, que entrou no segundo tempo na vaga de Uribe.

O gol marcado neste domingo, inclusive, foi o primeiro de Marinho pelo Santos. Contratado em maio junto ao Grêmio, o atacante admitiu certa ansiedade por balançar as redes e valorizou que o primeiro tento saiu em um momento importante, já que deu a vitória ao time.

“Estava um pouco ansioso para fazer o meu primeiro gol. Mas busquei manter a cabeça tranquila, porque sabia que o gol sairia na hora certa”, finalizou Marinho, que com bom-humor classificou o gol como um “mini míssil aleatório”.

Com os três pontos conquistados diante do Botafogo no Estádio Nílton Santos, o Peixe chegou aos 26 pontos e igualou a pontuação do Palmeiras, que segue à frente pelo número maior de gols marcados. Os comandados de Sampaoli, agora, voltam a campo no próximo domingo, na Vila Belmiro, para medir forças com o Avaí.

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Com golaço de Marinho, Santos vence Botafogo e encosta na liderança

Com um bonito gol marcado por Marinho, no segundo tempo, o Santos derrotou o Botafogo por 1 a 0 em partida disputada na manhã deste domingo, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. O resultado fez a equipe de Vila Belmiro chegar aos 26 pontos e se igualar ao Palmeiras na liderança do Campeonato Brasileiro. O Verdão leva vantagem na classificação por ter marcado um número maior de gols. O Botafogo caiu para a sétima posição com 16 pontos e ainda pode ser superado por outras equipes no final da rodada.

A vitória fez justiça ao desempenho do Peixe, que foi superior ao adversário durante a maior parte do jogo e até poderia ter alcançado um resultado mais expressivo, mas encontrou o goleiro Gatito Fernández em partida inspirada. Mesmo atuando durante 20 minutos com um jogador a menos por causa da expulsão de Lucas Veríssimo, a equipe dirigida por Jorge Sampaoli nunca perdeu o controle da partida. O Botafogo foi um time sem inspiração que quase não incomodou o goleiro santista. O time carioca deixou o campo vaiado por sua inconformada torcida.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Flamengo, no Maracanã. O Santos, por sua vez, recebe o Avaí na Vila Belmiro.

Santos venceu o Botafogo por 1 a 0 com gol de Marinho (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

O JOGO

Logo no primeiro minuto, a torcida do Botafogo levou um susto. O goleiro Gatito Fernández tentou um lançamento pelo alto e Sasha cortou de cabeça e a bola passou perto do gol da equipe carioca. A partida começou em ritmo lento com os dois times trocando muitos passes no meio campo antes de arriscar qualquer ação ofensiva.

O primeiro momento de perigo na partida aconteceu aos sete minutos quando Soteldo foi lançado na corrida e chutou forte. A bola bateu em Joel Carli e sobrou para Uribe que concluiu para boa defesa de Gatito Fernández. Um minuto depois, o Peixe voltou a atacar com Sanches que cruzou da direita e a zaga aliviou quando Soteldo aparecia para tentar aproveitar.

O Botafogo encontrava muita dificuldade para produzir jogadas ofensivas por causa da lentidão dos integrantes do meio campo. Enquanto isso, o time dirigido por Sampaoli tentava imprimir velocidade nas jogadas de ataque para surpreender a zaga carioca.

O Botafogo chutou a gol pela primeira vez aos 13 minutos, em jogada individual do lateral-direito Marcinho que derivou para o meio com a bola dominada e arriscou, mas não levou perigo para Everson.

Com 20 minutos de partidas, dois zagueiros do Santos – Gustavo Henrique e Lucas Veríssimo – já tinham sido advertidos com o cartão amarelo.

Aos 25 minutos, Soteldo se livrou de Marcinho e cruzou. Carli cabeceou para o alto e Gatito, ao sair para cortar, acabou se atrapalhando com o zagueiro argentino.

O Botafogo passou a equilibrar as ações e criou seu primeiro momento de perigo aos 27 minutos quando Alex Santana chutou forte e Everson se esticou para desviar para escanteio, evitando o gol do Alvinegro de General Severiano. Aos 33, Erik enfiou na área para a penetração de João Paulo, mas Aguilar chegou primeiro e aliviou o perigo.

O Peixe só voltou a aparecer na área carioca aos 36 minutos quando Jorge se livrou do marcador e cruzou para Sasha, mas o atacante concluiu de forma bisonha e desperdiçou a chance. Logo depois foi a vez de Soteldo aparecer para completar passe de Sanchez, mas o chute saiu fraco.

Aos 44 minutos, na última oportunidade criada no primeiro tempo, Sacha cruzou da direita e Uribe desviou de cabeça, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora.

O segundo tempo não começou bem para o Santos. Logo aos quatro minutos, o zagueiro Lucas Veríssimo entrou forte no lateral-esquerdo Gilson, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Para recompor a defesa, Sampaoli colocou o lateral Victor Ferraz no lugar de Jean Mota.

Em vantagem numérica, o Botafogo passou a atacar com mais intensidade. Aos oito minutos, Marcinho se livrou de Jorge e cruzou para a entrada de Erik, mas o desvio do atacante foi para fora.

Para tentar rearmar a equipe, Sampaoli gastou sua terceira substituição, trocando o atacante Eduardo Sasha pelo lateral-esquerdo Felipe Jonathan, adiantando Jorge para o meio campo. Enquanto isso, Eduardo Barroca tentou colocar o Botafogo mais agressivo e trocou o meia Alex Santana pelo atacante Victor Rangel. Diego Souza passou a atuar um pouco mais recuado.

Mesmo com um jogador a menos, o Santos manteve o espírito ofensivo e aos 16 minutos, após passe de Sanchez, Soteldo apareceu entre os zagueiros, mas chutou para fora.

Aos 25 minutos, o lateral-esquerdo Gilson também foi expulso e deixou os dois times em igualdade de condições. O lateral botafoguense foi advertido com o segundo cartão amarelo por cometer falta sobre Marinho que tentava arrancar para o ataque. Para completar o sistema defensivo, o lateral-esquerdo Jonathan entrou no lugar de Diego Souza.

Aos 26 minutos, Marinho bateu falta no canto esquerdo e Gatito Fernández fez boa defesa. E aos 30 minutos, o Peixe marcou o primeiro gol. Marinho recebeu na direita, se deslocou para o meio e acertou uma bomba no ângulo direito, sem qualquer chance para Gatito Fernández.

Cinco minutos depois, o baixinho Soteldo quase ampliou em grande jogada individual. O venezuelano driblou Gabriel, se livrou de João Paulo e mesmo agarrado pela camisa, chutou para grande defesa de Gatito que desviou com a ponta dos dedos.

O Botafogo respondeu com cabeçada perigosa de Rodrigo Pimpão, após cruzamento de Marcinho, mas a bola saiu.
Gatito Fernández, o melhor do Botafogo, voltou a brilhar, ao sair nos pés de Pituca que recebeu assistência perfeita de Soteldo e se preparava para concluir.

O Botafogo, sem outra alternativa, se lançou ao ataque nos minutos finais e permitiu que o Santos perdesse outra grande oportunidade aos 45 minutos. Felipe Jonathan foi lançado na corrida e livre, diante de Gatito Fernández, mandou a bola para fora.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 0 X 1 SANTOS

Data: 21 de julho de 2019 (domingo)
Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Daiane Caroline Muniz dos Santos (MS)
VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN)

GOL: Marinho (Santos), aos 29 minutos do 2T

Cartões amarelos: Lucas Veríssimo (Santos), Gustavo Henrique (Santos), Gilson (Botafogo), Joel Carli (Botafogo), Gilson (Botafogo), Marinho (Santos)

Cartão vermelho: Lucas Veríssimo (Santos), Gilson (Botafogo)

BOTAFOGO: Gatito Fernández; Marcinho, Joel Carli, Gabriel e Gilson; Alex Santana (Victor Rangel), João Paulo, Cícero; Diego Souza (Jonathan), Erik e Luiz Fernando (Rodrigo Pimpão)
Técnico: Eduardo Barroca

SANTOS: Everson; Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar e Gustavo Henrique; Jorge, Diego Pituca, Carlos Sánchez e Jean Mota (Victor Ferraz); Eduardo Sasha (Felipe Jonatan), Soteldo e Uribe (Marinho)
Técnico: Jorge Sampaoli

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Em bom momento, Santos visita o Botafogo em busca da liderança

Estádio Nilton Santos receberá Botafogo x Santos (Foto: Vítor Silva/SSPress/Botafogo)

Com quatro vitórias consecutivas, o Santos visita o Botafogo neste domingo, às 11h (de Brasília), no Estádio Nilton Santos, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. 

Vice-líder, o Peixe visa diminuir a vantagem de três pontos para o Palmeiras. O Fogão é o sexto e quer se manter entre os primeiros colocados na tabela.

Depois do empate em 0 a 0 com o Cruzeiro em Belo Horizonte, o Botafogo busca os três pontos em casa. Biro Biro, com suspeita de problema cardíaco, ficará afastado por pelo menos as duas próximas semanas. No mais, Eduardo Barroca não deve ter desfalques.

O Peixe, embalado após vencer o Bahia no Pituaçu, não contará com Cueva (liberado para o nascimento do filho no Peru) e Jobson (em recuperação de torção no tornozelo direito). O Alvinegro deve voltar a atuar no 4-3-3, sem os três zagueiros da vitória na última rodada.

O Nilton Santos deve receber bom público para a primeira partida do Botafogo em casa depois da Copa América. Oito mil ingressos foram vendidos antecipadamente até sexta-feira.

No Brasileirão de 2018, Santos e Botafogo empataram duas vezes. 0 a 0 no Rio de Janeiro e 1 a 1 na Vila Belmiro. O segundo empate acabou com as chances matemáticas de ambas equipes para a atual edição da Libertadores da América.

FICHA TÉCNICA
Botafogo x Santos

Data: 21 de julho de 2019 (domingo)
Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Daiane Caroline Muniz dos Santos (MS)
VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN)

BOTAFOGO: Gatito Fernández; Marcinho, Joel Carli, Gabriel e Gilson; Gustavo Bochecha, Alex Santana e João Paulo; Diego Souza, Erik e Luiz Fernando
Técnico: Eduardo Barroca

SANTOS: Everson, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar e Jorge; Diego Pituca, Carlos Sánchez e Jean Mota (Alison); Eduardo Sasha, Soteldo e Uribe (Marinho)
Técnico: Jorge Sampaoli

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Sampaoli exalta Vanderlei e vê decisão a ser tomada com reforma da Vila

Reserva imediato da meta santista, Vanderlei terá de trabalhar para recuperar a condição de titular, da qual foi dono desde 2015. Em entrevista coletiva concedida no Centro de Treinamentos Rei Pelé, Jorge Sampaoli comentou a situação envolvendo os goleiros do Peixe, valorizou o ídolo, mas não hesitou em confirmar a escolha pela titularidade de Everson.

“Vanderlei é um ídolo do clube, mas entendi que a titularidade deveria ser de Everson pela forma como o time joga. Vanderlei é amado por toda a gente, mas eu como treinador tenho que tomar uma decisão. Ele está lutando para recuperar a vaga, mas Everson é o titular”, disse o técnico.

De acordo com a apuração da Gazeta Esportiva, o Santos não pensa em negociar Vanderlei, que na reserva tem um dos maiores salários do elenco. O presidente José Carlos Peres e o empresário Carlos Eduardo Guimarães têm o mesmo discurso, afirmando que o arqueiro só sairá em caso de alta proposta. No início do ano, o atleta foi procurado por São Paulo e Flamengo.

Se Vanderlei não estará à disposição para o jogo contra o Botafogo neste domingo, às 11h (de Brasília), por escolha da comissão técnica, Cueva não poderá estar em campo por força maior. Por conta do nascimento prematuro de seu filho, o meia foi liberado para viajar e retorna ao Brasil apenas na próxima semana. Sampaoli, no entanto, minimizou a ausência.

“Sempre temos que saber que vamos passar por situações como lesões, expulsões. Cueva foi inesperado, mas vinha de folga e ainda precisava entrar em forma. Jobson estava entrando na forma da equipe e lamentavelmente se lesionou. Estamos trabalhando com o que temos e esperamos que o rendimento seja bom, competitivo como foi contra o Bahia”, comentou, tratando também do projeto de reforma da Vila Belmiro.

“O projeto é muito interessante, porque melhoraria as condições da Vila Belmiro, que é a casa do Santos. Mas o Santos tem que tomar uma decisão. Jogar em Santos é jogar em casa, mas jogar em São Paulo é jogar em um lugar neutro. Se reformarem a Vila, teríamos que jogar em São Paulo, então seria difícil, teríamos que procurar um Centro de Treinamentos para treinar. Jogar na Vila é jogar em casa”, finalizou Sampaoli.

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Sampaoli se diz surpreso com rendimento, mas pede superação ao Santos

Pela segunda semana consecutiva, Jorge Sampaoli compareceu à sala de entrevistas coletivas do Santos para dar seu parecer quanto às questões do clube e falar sobre seus comandados, que enfrentam o Botafogo neste domingo, às 11h (de Brasília). O treinador, inclusive, rasgou elogios a forma como os atletas compreenderam sua filosofia em pouco tempo, mas pediu uma superação ainda maior.

De acordo com o técnico argentino, as mudanças no elenco ao longo dos sete meses de temporada poderiam tornar a assimilação dos conceitos mais lenta. A resposta, porém, tem sido muito boa. Ainda assim, Sampaoli alertou que a evolução é necessária para o Santos brigar pelas primeiras posições e se manter próximo ao líder Palmeiras.

“Não esperava uma resposta como essa (time jogando bem). Muito jogadores novos, uma equipe distinta e com grandes jogadores que saíram no início do ano, como o Bruno Henrique. Mas todos se encaixaram, a equipe se acomodou e estamos conseguindo competir. Mas se o Santos não elevar a capacidade de hoje vai ser superado. Se não melhorarmos, vão alcançar a gente”, disse.

Com 23 pontos ganhos, o Santos ocupa a segunda posição no Brasileiro, três pontos atrás do líder Palmeiras. Apesar da redução da diferença na última rodada, após o triunfo frente ao Bahia, o treinador do Peixe ponderou a questão e pediu para que o clube olhe para o seu rendimento e sua evolução em primeiro lugar, para depois olhar o lado vizinho.

“A gente sempre vê como as outras equipes terminam a rodada, como as outras equipes estão, mas precisamos saber que o Botafogo será um jogo muito difícil para nós. É um rival muito forte. Temos que pensar em nós acima de tudo. Depois, Palmeiras vem de uma eliminação e tem um grande plantel. No fim da competição, não imagino o Palmeiras muito abaixo de onde está agora. No nosso caso, precisamos esperar o fim do ano para ver como será”, finalizou Sampaoli.

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